Matriz de Santo Antônio

Localizada na linda, calma e preservada Tiradentes, um lugar onde você não tem vontade nenhuma de ir embora.
A Matriz no alto da ponta do morro, como diziam antigamente, um dos nomes antigos era Arraial de Santo Antônio da Ponta do Morro.

Ponta do Morro – Matriz de Tiradentes

Início da construção em 1710, finalizando os trabalhos em 1752. Talha da Capela-mor é atribuída a João Ferreira Sampaio entre 1739 a 1749. Os quadros nas laterais da Capela são de João Batista Rosa, são dois painéis ovais. Os Atlantes, que sustentam as colunas, são figuras humanas. No Altar-mor fica a imagem do padroeiro e logo abaixo a imagem de São José. Forro da Nave em caixotão, com símbolos do Antigo Testamento. Possui duas sacristias com pinturas em estilo Rococó, de Manoel Victor de Jesus, pintor mulato que deixou preciosidades aqui em Tiradentes, possui também arcas de Cabiúna com ferragens em prata. Na sala dos 7 Passos possui imagens da Paixão de Cristo, com ricos lampadários datados de 1740.

Capela-mor – Matriz de Tiradentes

O maravilhoso exemplar do Órgão da Matriz, comprado pela Irmandade do Santíssimo Sacramento, que é de origem portuguesa, da cidade do Porto, feito pelo organeiro Simão Fernandes Coutinho, a Caixa feita por Salvador de Oliveira e a pintura em estilo Rococó por Manuel Victor de Jesus.

Órgão português da Matriz de Tiradentes

No adro da Matriz tem um lindo Relógio de Sol, datado de 1785, feito por Leandro Gonçalves Chaves, que pode ser adquirido em lojas na cidade em tamanho reduzido, uma ótima recordação e o melhor e que funciona.

Relógio de Sol – Tiradentes

O risco “desenho” da Portada é atribuído a Antônio Francisco “Aleijadinho” e construído por Claudio Pereira Viana.
Nas laterais e no fundo da Matriz, encontra-se o cemitério.
É considerada a terceira com a maior quantidade de douramento do país, perdendo para São Francisco de Salvador e Matriz do Pilar de Ouro Preto.

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